Impacto da Desinformação nas Redes Sociais: Estudos Revelam.

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Impacto da Desinformação nas Redes Sociais

Estudos recentes publicados na revista Science revelam que a desinformação nas redes sociais tem o poder de influenciar as opiniões das pessoas, principalmente quando se trata de notícias falsas. Um pequeno grupo de “supersharers”, em sua maioria mulheres republicanas mais velhas, foi responsável pela maioria esmagadora das “fake news” no período analisado.

Estudo do MIT sobre Desinformação e Hesitação Vacinal

O estudo liderado por Jennifer Allen, do MIT, aponta que a desinformação tem sido associada à hesitação em relação às vacinas, especialmente em 2020 e anos seguintes. A pesquisa demonstrou que a exposição à desinformação sobre vacinas reduz a intenção das pessoas em se vacinarem, o que pode impactar diretamente na taxa de vacinação da população.

Impacto da Desinformação na Decisão de se Vacinar

Artigos identificados como desinformação tiveram um impacto maior na hesitação vacinal do que conteúdos não sinalizados. Mesmo que em menor quantidade, a influência da desinformação não sinalizada foi significativamente maior no contexto geral, destacando a importância de combater ativamente a propagação de informações falsas.

Perfil dos Principais Divulgadores de Fake News

O segundo estudo revelou que 2.107 eleitores registrados nos EUA foram responsáveis por disseminar 80% das “fake news” durante as eleições de 2020. Esses divulgadores tendem a ser mais velhos, mulheres, brancos e predominantemente republicanos, destacando a relevância do fenômeno da desinformação nas redes sociais.

Referências

Referência: TechCrunch – Misinformation works and a handful of social supersharers sent 80% of it in 2020

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